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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Back | 635 Dias vs 14 Dias

E quem diria que passado tanto tempo reencontraria este nosso cantinho? É, de facto, refrescante saber que apesar de tudo poderei sempre voltar a este spot e libertar os macaquinhos da cabeça. 
Sim, nós voltamos para vos chatear durante mais uns tempos. (eheh)
Voltamos, não como as mesmas pessoas, visto que fomos abraçadas por mudanças em todos os aspetos, mas com os mesmos corações que, no fundo, nos encaminham sempre para aqui. 

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Como devem recordar, as últimas postagens que me pertencem foram sobretudo relacionadas com a dor e desgosto desmedido que a partida do meu pai me provocaram.
Aguentei, sobrevivi. Cá estou eu, 635 dias após o nosso último abraço. O nosso "Até já" estendeu-se exatamente por esta acumulação monstruosa de manhãs, tardes, noites apáticas, vazias em certo modo. 

domingo, 13 de dezembro de 2015

Perdida na dor e na aguardente

E aqui estou eu, com os olhos inchados, sem poder olhar para a luz, fixando as marcas e os traços traçados por uma lâmina velha no meu pulso direito, como se fosse arte e como se esta precisasse de ser notada, admirada, e deitada na minha cama sem saber como cá vim parar, com as olheiras  negras do eyeliner borrado e da ressaca que me consome e enfraquece. Uma dor que rói as últimas forças, uma desilusão e vergonha perante aqueles que me viram num estado de decepção autêntica e uma camisa preta vomitada é tudo o que tenho agora.
Para que foi isso? Para que foi esta merda? O que se passa comigo? Quem sou eu? Já não me identifico com aquela que eu era, que eu me sentia... Julgava-me uma rapariga em quem me podia orgulhar, com razões de louvar, inteligente e de respeito. E agora? O que aconteceu? Porque é que tudo mudou na minha vida, até mesmo eu própria?
Cada vez que dou um passo neste caminho da vida sinto que me humilho, que me arrasto para um futuro sem sentido, sem direcção, turvo e perdido.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Gone..

Já partiu.
Já não está ao pé de mim.
Já não tenho o seu ombro para chorar.
Já não tenho a sua mão para segurar.
Já não tenho o seu sorriso para me fazer sorrir.
Já não tenho o seu "bom dia" logo pela manhã murmurado ao ouvido, e já não sinto o seu calor nesse sentido, o calor que me acordava da melhor maneira possível.
Foi-se. Não consigo acreditar, ainda não estou com os pés bem assentes... Olho para o contador aqui no blog que contava o tempo que faltava para ele ir, e está a zeros.. E eu não percebo, eu ainda não consegui acreditar que isto está mesmo a acontecer-me, e que JÁ aconteceu... Ele JÁ foi para o Canadá...
Nessa linha de pensamento, só me apetece chorar... Droga...

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

4 dias

Cada segundo que passa é menos um momento que me resta para estar com o meu pai. Cada minuto que passa é menos um abraço de verdadeiro amor que me darão. Cada hora que passa é menos uma hora que eu possa sentir o olhar dedicado de uma fidelidade e respeito mútuo, de uma afabilidade e afeição que só nós dois podemos partilhar. E não vamos poder mais.
Cada dia que passa são mais 24 horas, 1440 minutos e 86400 segundos de uma dor evolutiva que desenvolve cada vez mais a todo o instante que a minha consciência e pensamento me relembram para este dito dia da maldição do nosso destino, que chega dentro de breves 4 dias.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Noites destas

Porque eu não tenho vindo muito aqui, devido às coisas que têm insistido em me acontecer, eu peço muitas desculpas. 
Além destas "pequenas" coisas que se têm juntado para fazer-me sofrer, perder e sentir que a minha vida é um completo desastre e desilusão, os testes estão a começar e eu ando muito nervosa e ansiosa pois tenho-me distraído muito da escola e dos estudos. 
Enfim...
Eu sei que vou parecer uma idiota a falar daquilo que estou prestes a vos contar logo após de ter mencionado o facto de ter-me abstraído dos estudos e sentir-me num mau estado de nervos por causa desse tal descuido... Mas não posso fazer nada quanto a isso e vou contar na mesma..
Sábado, saí à noite com o meu grupo de sair. Fomos para o nosso spot, o nosso cantinho, fazer disparates (como sempre), loucuras, sentir a liberdade e a juventude que nos possuía naquele momento. Éramos crianças, sentia-mo-nos como tais. Só nos riamos, gritávamos, brincávamos como uns tolos, e tudo isso já quando estávamos um pouco "quentes".
Até que encontrei um pessoal, tudo rapazes mais velhos, que tinham bebida consigo. Um deles eu até já tinha conhecido numas saídas durante o verão.  Fui falar com eles, pedir-lhes um cigarro e começamos na conversa.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Pai....

Daqui a 6 semanas vou perder o meu pai pela distância de um oceano.
Daqui a 37 dias vai-me faltar uma grande e mais importante peça do puzzle da minha vida.
Daqui a 888 horas vou sentir uma desorientação desmedida, vou perder o meu guia, a luz que me encaminha.


Daqui a 53280 minutos o meu pai vai deixar-me. Ele vai-se embora. De vez.
No dia 7 de Novembro de 2015 parte de mim vai morrer, não num sentido literal como eu preferia que fosse, mas talvez num sentido que se sinta, que se pressente, que emocionalmente nos mate.
Este dia vai ser provavelmente o dia pior da minha vida. 

domingo, 27 de setembro de 2015

Fiz merda.

Sabem quando sentimos que algo vai acontecer de errado, mas mesmo assim decides ir em frente e ver no que dá? E depois das coisas acontecerem, cais em ti, apercebes-te que o que fizeste não era o que querias, já esperavas que poderia correr mal, e afinal correu pior do que tu esperavas.
Sabem quando pensamos no momento que a coisa não é assim tão má, mas depois, quando ela acaba, e tu reflectes sobre o assunto, nem te sentes, sentes apenas um enorme vazio, como se a coisa te tivesse sugado toda a vida, todos os sentimentos, tudo, apenas deixando-te o corpo, pálido, fraco e gelado.
Sabem quando, terminados de cometer um grande erro, o pior dos males, começam a sentir que o mundo te está a apontar um dedo, que TU estás-te a apontar o dedo, porque sabes que a culpa também é tua, mesmo se não tivesses sido tu a ter a brilhante ideia da tal merda que fizeste, ou mesmo se não foste tu a fazê-la sozinho. A culpa é tua, sentes isso. E começas a sentir-te nervoso, a arder, como se tivesses doente, com febre. Tens vontade de chorar, mas não consegues. Entras em pânico, o choque é feio. Chocaste-te a ti próprio. "Como pude eu fazer isto?" Pensas tu. E sentes tudo outra vez. O vazio começa a transformar-se numa inundação de ódio, raiva, medo, uma onda de sentimentos aterrorizantes. E tu abominas esse feeling.


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Bby boy ♥

Oi gatos e gatas!!!!
Como vai a vida? Andando para  frente, não é? Percebo-vos. É assim que funciona, tem que ser. Existem é aquelas pequenas "coisas" que nos mantêm em pé, aqueles momentos que temos que ter sempre em conta, aqueles sorrisos que não nos permitem cair sem levantar, aqueles dias que nos relembram que nem tudo é assim tão mau quanto nos parece, aquelas pessoas que nos seguram pela mão, mesmo que estejas a cair de um precipício.

Vocês sabem do que eu estou a falar, não sabem? Vá, não me digam que não pensaram agora naquela pessoa que, independentemente de tudo, garante-vos um sorriso de orelha a outra, aquela pessoa que, só de se lembraram dela, ficam atrapalhadinhas dos miolos e coradas como um tomate.
Eu lembrei-me da minha pessoa. E só consigo pensar nela.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Sad.

Gostosos e gostosas...

Estou a sentir-me absurdamente nostálgica, sinto um vazio cá dentro que eu não compreendo.
É como se algo pavoroso me tivesse acontecido, como se um fantasma do passado voltasse para me amedrontar. Sinto uma tristeza ridícula que me está a consumir. Sinto uma dor sólida determinada a fazer-me reviver uma daquelas noites deprimentes de insónias que eu tinha quando eu estava mentalmente doente. 
Eu quero chorar, sinto uma necessidade terrível de deitar tudo cá para fora, de gritar comigo mesma, de me tentar fazer entender o que é que se passa comigo, quem sou eu no final desta confusão toda.

domingo, 13 de setembro de 2015

O recomeço.

Lindos e lindas da minha vida! ♥ 

Hoje tive uma noite magnífica, acho que nada pode estragá-la mesmo. 
Nem o facto da minha mãe ter descoberto que eu afinal não deixei de fumar! Mas isso nem interessa, nem vale a pena falar disso! 
E sabem porquê? Tive com os melhores e diverti-me imenso! Sei que este verão fiz amigos que, pronto, vão marcar. E hoje foi a prova que eles gostam muito de mim e eu deles.
Ontem foi a noite da bebedeira, que serviu para esquecer. Esquecer as mágoas, esquecer os amores, os ódios, serviu para esquecer que este ano vai ser horrível, pronto, para esquecer estas tretas todas.
E a noite de hoje? Serviu para recomeçar. Foi a última noite de verão, é como uma despedida. É bem triste, mas sei que agora a minha vida vai mudar, em todos os sentidos, bons e maus.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Heartbroken..

Olá beldades.... 

Eu estou um bocado aborrecida, um bocado doente de mim mesma, doente do dia, das horas, do tempo, das pessoas, das lágrimas, de sorrisos falsos, da raiva, do ódio, do amor, de tudo...
Estou magoada, cansada. Sinto-me vazia, como se um grande bocado de mim tivesse sido roubado.
Estou a fazer de tudo, tentar os possíveis e os impossíveis, para esquecer, para andar para a frente e não ligar para isto tudo, mas mesmo assim é complicado. 
Não me sai da cabeça... 
Ele acabou comigo por mensagem... Disse-me que lhe foram dizer que me tinham visto com outro, o que é uma mentira mesmo ABSURDA! Disse-me que lhe ignorei, que andei agarrada a um gajo, o que MAGOA imenso, porque nunca faria tal e não tolero acusações dessas... Disse-me que não iria conseguir estar nunca mais comigo, disse-me que que não iria conseguir sequer falar comigo, nem olhar para mim.... Disse-me que já nem sentia nada por mim, que não aguentava merdas destas. Disse-me que não controlava os seus sentimentos, e que estar comigo não era a mesma coisa já. Disse-me que tínhamos avançado demasiado depressa, o que nem sequer é culpa minha, mas que, contudo, concordo nesse aspecto, e arrependo-me...

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Hello September...

Bom dia gente gira! (bom dia porque eu acordei à pouco e só agora ganhei a coragem para me levantar, almoçar e vir para aqui)

Setembro chegou. Mais um verão acabado, mais um ano escolar por se iniciar. E eu estou aqui, sendo levada pelo tempo. Dou-lhe uma mão, e ele agarra-me o braço e voa. Mas eu não quero ir nessa viagem, porque o que eu queria mesmo era parar, passar a vida nas épocas que eu gosto, e não apenas voar por eles. O tempo está a fazer-me viajar para datas, períodos e fases que eu não quero, para uma altura do ano que eu, se pudesse, suspendia.
Está, novamente, um dia horrível para os meus lados. O tempo está escuro, parece Inverno.
Eu antes tinha uma paixão bizarra e anormal por essa estação do ano, lembro-me. Eu apreciava o cinzento do céu; eu aplaudia o frio, o ar gelado que me abraçava. Eu tinha uma invulgar adoração pela chuva que caía todos os dias, todas as noites. Eu apreciava a tristeza, o vazio, o silêncio, a carência de vida que o Inverno possuía.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Very special day ♥

Olá gente gira ♥
Deixem-me que vos diga que hoje é um dia muito muito especial . Hoje, dia 31, como vocês já sabem, a Rose Mary faz anos. E pronto, é ela, é aquela menina, a minha menina pequenina, que eu sempre acompanhei e apoiei, e ela a mim.

Essa garota é uma tola de palmo e meio que eu amo do fundo do coração, ela sabe fazer-me rir, sabe fazer-me chorar, ela sabe fazer-me chatear e sabe como curar-me de uma azia emocional qualquer, porque ela conhece-me. Ela, ao contrário de muitos e de muitas, sabe quem eu sou, conhece o meu feitio e sabe perfeitamente da chata, teimosa e rabugenta que me consigo tornar. Mas mesmo assim ela ainda aqui está, ela ainda acompanha-me durante esta jornada, ela está aqui para mim, nos bons e maus momentos, e agora é a minha vez de estar aqui para ela. E eu espero que ela saiba disso, eu espero que ela reconheça que ela é a minha vaquinha preferida e eu vou protegê-la no matter what. Eu espero que ela saiba que um dos meus objectivos é estar sempre ao pé dela e ela de mim.

domingo, 30 de agosto de 2015

Birthday

Hello Little Sunflowers! Amanhã faço anos, dia 31! YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY ♥
Eu desde 2014 que odiava os meus anos, porque foi o meu 1º aniversário sem os meus dois pais juntos. Este também vai ser mas acho que vai ser melhor. Vou fazer uma sleepover hoje com amigas minhas e amanhã almoço com o meu pai e jantar com a minha mãe.
Estou entusiasmada e triste ao mesmo tempo, queria passar com eles os dois, ao mesmo tempo. Esta é apenas uma das mais razões porque os divórcios são horríveis para os filhos.
Tenho imensas saudades de o meu pai chegar do trabalho, no dia dos meus anos, e oferecer-me uma boneca, tipo Barbie, mas eram muito mais bonitas. Depois à noite tinha jantar com família e amigos = 50 pessoas (sim, Biaa, estás incluída também).  
Mas pronto, precisava de desabafar, relembrar estas memórias que me trouxeram tanta alegria... 
Desculpem se amanhã e hoje estiver um pouco desconectada :(
 Consegui tirar fotos da Super Lua :D Quando tiver tempo publico ;)

Um beijinho enorme Little Sunflowers

Rose  Mary
 

Meu querido verão...

Bom noite Sunflowers  (ou bom dia, visto as horas que já são ahah)

São exactamente 4:17 da manhã e o que é que nós costumámos a fazer a estas horas?
Pensar demasiado. Pensar em coisas parvas, em coisas esquecidas, coisas do passado, coisas do presente, coisas que ainda não aconteceram, coisas que nos magoaram e ainda magoam, coisas que queremos de volta. Pensamos em coisas.
E no que é que eu estou a pensar? Eu estou a pensar que estou cheia de medo que o verão acabe e a rotina escolar comece de novo.
Eu não sei como é que serei feliz ou como irei conseguir arranjar motivação para acordar todos os dias e me levantar sem o meu sol, sem as minhas saídas, sem as minhas grandes noites, sem a minha praia, sem as minhas maluqueiras, sem as minhas bebedeiras, sem as minhas noites sem dormir, sem os festivais, sem os churrascos e jantares prolongados, sem as aventuras no meio dos matos, sem os meus encontros à ultima da hora com o meu namorado, sem as sleepovers e as noitadas que fazíamos, sem as piscinas, sem os piqueniques, sem os passeios longos, sem o meu verão.